Dois Momentos Musicais Diferentes

O primeiro momento musical ocorreu na tarde dominical de Cristo, Rei do Universo, em vinte e seis de novembro de 2017, na igreja paroquial de São Tiago da Carreira (do nosso arciprestado de Vila Nova de Famalicão), onde o Grupo Coral anfitrião (foto nº1), dirigido há doze anos pelo André Carvalho, transmitiu a expressão religiosa, fazendo rimar a qualidade com a dificuldade.

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Nesse vigésimo sétimo Encontro de Coros Litúrgicos também participaram o Grupo Coral de São Pedro de Bairro (foto nº2), o Grupo Coral de São Mateus de Oliveira (foto nº3), o Grupo Coral de Riba de Ave (foto nº4), o Grupo Coral de Santa Maria de Oliveira (foto nº5), o Grupo Coral de Pedome (foto nº6), o Grupo Coral de São Simão de Novais (foto nº7), o Grupo Coral de Delães (foto nº8), a Capella Musical de Santa Maria de Landim(foto nº9), o Coral da Catequese da Carreira (foto nº10) e o nosso Grupo Coral de Vila das Aves (foto nº11); todos cantaram perfumes divinamente escondidos, e os mais adolescentes e jovens certamente aprenderam a educar o ouvido e o coração nesta arte musical de fazer oração.

O padre dr. Sousa Marques (foto nº12) revelou sentir-se muito feliz com a elaborada expressão artística por todos transmitida a nível interparoquial.

O presidente da concelebração, padre Nuno Jorge (foto nº13), evidenciou a pedagogia que a música litúrgica tem para nos conduzir até ao mistério de Deus.

Na foto nº14 estão as representantes do Grupo Coral de Delães, fundado pelo saudoso dr. José Marques Pimenta que na nossa Oficina de Música deixou marcas indeléveis.

Na foto nº 15 está à minha esquerda o Lino Alves (presidente da Direção), ladeado pelo dr. Luís Américo Carvalho Fernandes (diretor artístico do Grupo Coral de Vila das Aves) que muito bem escolheu para repertório dois cânticos marianos com diferentes linguagens musicais, sonoramente executadas por vozes bem educadas.

Na foto nº16 está a feliz e acolhedora trindade da Carreira onde a gravata é identificativa do pároco e arcipreste, padre Armindo Paulo Freitas.

O segundo momento musical ocorreu no Fórum da Maia na tarde de sexta-feira, dia um de dezembro de 2017, feriado nacional.

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Na foto nº17 estão as seguintes pessoas, da direita para a esquerda: padre Fernando Abreu, Vitória, Diana, Sónia, Maria Cruz, Francisco Cruz, Filipa Rocha e Lino Alves; fomos ver o quarto Encontro de Coros Infantis que a seguir estão numerados entre parênteses pela ordem da atuação.

Na foto nº18 estão os Pequenos Cantores da Maia (nº1) com o seu presidente da Câmara a congratular-se e a oferecer simbólicas prendas aos representantes dos coros presentes; na foto nº19 estão as Pequenas Vozes de Febres, Cantanhede (nº2); na foto nº 20 está o Coro Infanto – Juvenil de Vila Nova de Cerveira (nº3) e na foto nº21 está o Coral Infantil de Setúbal(nº4).

Após duas horas menos quinze minutos de audição, eis o resumo da avaliação que cada um escreveu; Filipa Rocha, diretora do nosso Coral Infantil e Juvenil: o 1º coro repetiu duas peças do ano passado e também com ajuda de música gravada, mas teve melhorias na performance. O 2º coro enriqueceu a sua atuação com violino e flauta transversal. O 3º coro escolheu bem a música, com a própria diretora a tocar piano, mas pareceu-me nem sempre estarem confiantes. O 4º coro foi o melhor na interpretação e na interação com o público.

O Lino Alves, presidente da Direção do Grupo Coral de Vila das Aves, usou a escala de 1 a 10 para classificar a sua avaliação; ao 1º coro deu-lhe quatro valores, destacando alguma expressão corporal. Ao 2º coro deu-lhe cinco valores, reconhecendo ser o coro mais numeroso e com letra algo tocante. Ao 3º coro atribuiu-lhe três valores, pois revelaram insegurança por ser a primeira vez em palco. Ao 4º coro os oito valores são justificados por ter postura impecável, repertório diversificado e bem interpretado e divertida expressão corporal.

A Sónia (violinista) reconheceu no 1º coro algum talento das solistas, mas precisam de melhorar a capacidade vocal. No 2º coro foi pena os instrumentistas de violino e da flauta transversal terem tido tão pequena atuação. No 3º coro as músicas em inglês eram cativantes mas foi em excesso o uso da capa. O 4º coro considero-o divinal nos pormenores de perfeição musical, das técnicas musicais e da excelente interação com o público.
A Vitória, ao comparar os quatro coros, registou que o uso das gravações não é muito aconselhável e por isso gostou muito mais do 4º coro cujos cantores mostraram-se confiantes não só entre eles mas também com a plateia, pois houve uma escolha de ótimas músicas.

A Maria Cruz (pianista) gostou muito da criativa intervenção do pianista do 4º coro; quanto aos outros coros viu que alguns cantores estavam nervosos; mas gostou de todo o concerto.
O Francisco Cruz (instrumentista de flauta transversal) registou que o 4º coro foi o único que conseguiu pôr todo o auditório a cantar alegremente e que teve brilhante atuação, embora o 3º coro também tivesse uma ou duas boas execuções. No 2º coro os instrumentistas não tocaram devidamente.
Finalmente a Diana Sofia (a mais nova do nosso grupo) diz que adorou ver e ouvir o 4º coro, e pareceu-lhe haver desafinação no 3º coro; curiosamente gostou de ver o 1º coro com duas pessoas diferentes a dirigir.

Como na saída me foi entregue um “inquérito de satisfação”, a minha resposta está no registo nº22.

Vila das Aves, cinco de dezembro de 2017, primeira terça-feira do mês e dia litúrgico da solenidade ou memória obrigatória de São Geraldo que faleceu em 1108, após doze anos a governar a nossa diocese de Braga, tendo sido ele o primeiro a alcançar o título glorioso de Arcebispo metropolita.

Padre Fernando de Azevedo Abreu