Estou a escrever no primeiro mês da opção radical pela mudança para o Escutismo Católico Português, vulgarmente conhecido pela sigla C.N.E. (Corpo Nacional de Escutas). De facto, em todas as secções dos agrupamentos deve ser “posto em campo” o Novo Programa Educativo que constitui um enorme desafio de gestão na sua condução; ainda bem que temos uma competente liderança (Carlos Alberto, a nível nacional; Ivo Faria, a nível regional; Valdemar, a nível nucleal; Joaquim Sérgio, a nível local) cujo mérito vivencialmente social, cultural e eclesial inspira confiança.
